terça-feira, 10 de abril de 2012

Por que nem sempre as nuvens significam chuva?

 Sabemos que a água do mar, dos lagos e dos rios se evapora constantemente. Se estendemos a roupa molhada, ao fim de certo tempo a encontramos seca, sinal de que a água que continha passou para o ar durante o período de tempo em que a mantivemos exposta ao vento.
  As plantas, também, liberam, na forma de vapor, uma incrível quantidade de água, resíduo de sua intensa atividade química para produção de substâncias orgânicas. Muito bem. Onde vai parar todo este vapor-d'água? Acaba no ar, e sobe lentamente cada vez mais alto, pois é mais leve do que o ar. Contudo, ao chegar às camadas mais frias de atmosfera, o vapor se condensa, as pequenas gotas d'água se concentram e se tornam visíveis, convertendo-se em nuvens. Estas, portanto, nada mais são do que as massas de vapor que atingiram determinada condensação. Depois, o vento e as correntes de ar se encarregam de empurrar as nuvens numa certa direção, mas nesta fase o vapor água continua sendo mais leve do que o ar, apesar de sua densidade, e ainda não ocorre a chuva.
 As precipitações se produzem quando, por uma excessiva concentração do vapor, devido à força dos ventos ou a uma posterior queda de temperatura, este se condensa até formar gotas pesadas que o ar já não pode suster. Neste momento, as gotas caem em forma de chuva.
 Por modificações neste processo se produzem também a neve ou o granizo.

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